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UPE promove palestras em alusão ao Agosto Lilás

 

A Pró-Reitoria de Desenvolvimento de Pessoas da Universidade de Pernambuco (PRODEP-UPE), através da Coordenação de Qualidade de Vida no Trabalho, promoveu palestras de temas diversos, relacionados à promoção de saúde e prevenção de doenças.

Nesta última quinta-feira (21), a PRODEP-UPE realizou uma palestra em alusão ao Agosto Lilás, visando fomentar a conscientização e o enfrentamento da violência contra as mulheres, incentivando a denúncia, informando sobre direitos e ajudando a romper o ciclo da violência, para os servidores homens e mulheres da UPE.

Ana Wylma P. Saraiva, Coordenadora de Qualidade de Vida no Trabalho da PRODEP-UPE conduziu o evento e recebeu Ana Mota e Tatiana Craveiro para ministrarem a palestra com tema “A rede de proteção à mulher vítima e ações de enfrentamento à violência contra a mulher em Pernambuco”, que aconteceu na Sala Consun da Reitoria da UPE, de forma presencial e online.

A juíza Ana Mota atua na 1ª Vara de Medidas Protetivas da Capital e possui destacada trajetória na defesa dos direitos das mulheres. Foi presidenta do Fórum Nacional de Juízas e Juízes de Violência Doméstica contra a Mulher (Fonavid) em 2022 e preside a Comissão de Assédio e Discriminação de 1º Grau do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). Atualmente, é mestranda em Políticas Públicas no Programa de Pós-graduação em Ciência Política da UFPE.
A assistente social Tatiana Craveiro, mestra em Direitos Humanos pela UFPE, atua no Tribunal de Justiça de Pernambuco desde 2011 como analista judiciária, hoje vinculada à Coordenadoria da Mulher do TJPE. Sua experiência inclui especializações em Serviço Social Sociojurídico, Famílias e Intervenções Psicossociais, além de Administração de Recursos Humanos. Desenvolve atividades de articulação de convênios, supervisão de Grupos Reflexivos com Autores de Violência Doméstica e é facilitadora da Escola Judicial de Pernambuco (ESMAPE) desde 2012.

O Agosto Lilás é um movimento nacional de conscientização pelo fim da violência contra a mulher. Criada para marcar o mês em que a Lei Maria da Penha entrou em vigor (agosto de 2006), mais do que uma ação simbólica, a campanha chama atenção para a necessidade de políticas públicas, prevenção e acolhimento, fortalecendo a luta por uma vida livre de violência e discriminação.